MALDADES CONTRA A EMPRESA DPNY:


 

1) O Hotel DPNY está localizado em uma ilha paradisíaca, em mar aberto, com um parque em meio a natureza, pé na areia, e integrado ao Atlântico, sem risco de deslizamentos de terra, numa posição geograficamente ideal, não com ondas muito fortes porque a localização do hotel está protegida, com vista para o horizonte de mar aberto, e com a possibilidade de se nadar e utilizar o mar com ondas e a praia de forma segura, pois não temos correntes fortes. Possuímos um conceito de hotelaria e gastronomia rústico, chique, ÚNICO e com extrema qualidade em nossos serviços, produtos e estruturas. O nosso conceito é romântico, criativo, inovador e ideal para casais. A característica de estar dentro de uma ilha, totalmente aberta para a natureza e a segurança que garantimos para os nossos queridos hóspedes geram alguns comentários dentro da internet sem qualquer fundamento, pessoas estas que não estão adeptas a respeitar regras e considerar a situação do hotel, e com isso criam avaliações/comentários com uma sensação irreal/pessoal, infelizmente, com intenção negativa.

Temos mais de 3.000 avaliações com status excelente na plataforma Tripadvisor e pouquíssimas com status péssima (sem fundamento porque essas últimas estão eivadas de maldade e com apontamentos sem qualquer cabimento, porque o hotel DPNY não é péssimo). Possuímos um público com afinidade ao nosso conceito, que aprecia muito o conforto, a qualidade dos nossos produtos e serviços, e um ambiente tranquilo. Não temos pessoas que chamam muito a atenção e não respeitam os demais. Esse é um trabalho permanente de mais de 15 anos, que já faz parte da nossa cultura. Nossa diretoria, gerentes e supervisores seguem esse caminho, o que algumas vezes pode gerar decepções em um pequeno público que não aceita ou não respeita esse nosso conceito. Algumas dessas pessoas avaliam o nosso hotel com o conceito péssimo ou discorrem fatos ruins a nosso respeito sem o mínimo de conhecimento ou de capacidade de expor e proporcionar uma opinião, dada a nossa estrutura e serviços excelentes que oferecemos na integralidade. Dezenas de milhares de pessoas nos dão provas que o nosso conceito é excelente. Quase 100% dos nossos hóspedes saem felizes e muito satisfeitos, sendo que algumas dessas sensações dependem do tempo.

Vários desses ataques não se sustentam porque alguns dos “autores” nunca foram nossos hóspedes, nunca estiveram em nossas dependências, sequer conhecem o nosso hotel, e só publicam ou comunicam tais inverdades com o intuito de nos prejudicar. Infelizmente, o universo digital possui esses efeitos também, mas felizmente, o maior efeito é positivo e verdadeiro. Existem também maldades de concorrentes que manipulam avaliações dentro da internet, felizmente pouquíssimas, mas que com suas atitudes criam muitos prejuízos para a imagem do hotel. Também, existem algumas fantasias, como exemplos dos comentários do tratamento de água que são totalmente irreais (o Hotel DPNY possui um sistema de tratamento de esgoto ao custo aproximado de R$ 1 milhão, e possui uma consciência ambiental em excelência, não depositando uma gota sequer de esgoto em córregos de água ou mar), e outras fantasias que pessoas com mentes distorcidas geralmente criam.

Nosso setor de comunicação permanentemente tenta, com o máximo de honestidade, transparência e ética, combater essas maldades.

 

2) No ano de 2015, a Sra. Nilce Signorini, vice-prefeita à época, auxiliou uma aprovação em favor da Sra. Luciane Schiavon, proprietária de um imóvel vizinho a um dos nossos, através de autorização por parte do secretário de obras à época, contrariando toda a legislação pertinente, para a construção de uma rampa particular em plena rua pública, ocupando 50% do logradouro, sendo que a partir de então, não tivemos mais acesso ao nosso imóvel da forma como era, tornando impossível transitar com carros de porte médio para adentrar ao nosso próprio imóvel. Desde que tomamos conhecimento da construção da rampa, imediatamente entramos em contato com o setor de fiscalização da Prefeitura de Ilhabela, onde fiscais compareceram ao local e foi lavrado um auto de embargo, em data de 23/4/2015. Mas, por conta da interferência da Sra. Nilce Signorini, houve o desembargo da obra e a construção foi aprovada, diga-se, de maneira totalmente contrária a lei, pois erigida em plena rua pública. Pedimos que a Prefeitura de Ilhabela nos auxilie na resolução desse tema.

 

3) Nos últimos 20 anos existiram muitas maldades contra a empresa DPNY, mas felizmente temos superado todas. Atualmente, sofremos com a invasão de terras no Bairro do Curral, por um  pequeno círculo de invasores. Fizemos algumas denúncias a Prefeitura de Ilhabela e registramos alguns boletins de ocorrência, incluindo um episódio em que dois homens do bairro, Murilo V. e Dário V., se dirigiram até a residência de um de nossos colaboradores e fizeram-lhe ameaças, sendo que um deles portava uma faca nas mãos. Equipes da secretaria de meio ambiente, por duas vezes, compareceram ao local e coibiram as invasões, com a apreensão de pertences dos invasores e a lavratura de um auto de embargo.

Em todas as demais partes do bairro Curral não verificamos invasões, somente nessa parte, e reiteradamente. Temos conhecimento que existe até o apoio indireto de gestores políticos, incluindo parentes que tratam que possuem cargos de destaque dentro da Prefeitura. Também, nos espanta o fato de haver cobertura política em algumas outras atividades do Bairro Curral, como irregularidades de obras e instalações de caixas d´água sobre calçadas.

O proprietário desta empresa, Sr. Wolfgang, em data de 05/12/2019, teve uma reunião com a Prefeita Municipal Gracinha Ferreira em seu gabinete, tendo a presença de alguns secretários municipais, e neste momento solicitou que a prefeita prestasse atenção nesse tipo de invasão com a cobertura de alguns gestores públicos municipais. Existem tantas atividades irregulares que tem a cobertura de agentes públicos (porque querem proteger parentes e/ou eleitores), o contrário da DPNY que busca realizar o seu trabalho da forma mais correta possível, sempre dentro da lei e sem nenhum pedido de favorecimento e/ou apoio, mas sim com decisões razoáveis e sustentáveis.

 

4) Em data de 08 de abril de 2020, por volta das 16:30h, na passagem pública da praia do Curral, o Diretor Presidente do Hotel DPNY sofreu um ataque de um grupo de pessoas, durante uma filmagem de ocupação do acesso público, dentre eles, MuriloV. e Guilheme V., tendo esse último o ameaçado com um pedaço de madeira em mãos e subtraído o seu celular a força, o jogando ao mar. Tais fatos foram objeto de um boletim de ocorrência junto a Delegacia de Polícia de Ilhabela/SP, com um inquérito policial em curso.

 

5) A Prefeitura de Ilhabela concedeu, desde o ano de 2017, na praia do Curral, continuados alvarás para uma casa de eventos, em circunstâncias duvidosas. Criamos, com a Família Napirei, proprietária do Hotel DPNY, uma ação popular por conta desses atos do ente público municipal, perante o Fórum de Ilhabela, que após passou a criar diversas atividades próximas ao Hotel DPNY e a residência de seus proprietários, a qual obtivemos sucesso, pois a Justiça determinou que o referido estabelecimento respeitasse a lei e não praticasse perturbação de sossego, e que a Prefeitura não mais concedesse alvarás especiais para eventos naquele local. Como já tentamos explicar em nossa campanha social principal: existem, infelizmente, muitas maldades que criam dificuldades para a vida de muitas pessoas, empresas e instituições. Aqui temos um exemplo atual: o bairro Curral é pequeno, possui poucos moradores e uma praia maravilhosa, cheia de natureza, com restaurantes, pousadas e o Hotel DPNY, que possui um conceito de bem estar, silêncio e romantismo. E nós temos sofrido com ações desequilibradas, desajustadas e mal planejadas, por parte da secretaria de cultura de Ilhabela, se iniciando com um evento no acesso público da praia do Curral, no ano de 2018, absolutamente inadequado, sem público ou qualquer sentido para sua existência, que perturbou todo o bairro, e especialmente o Hotel DPNY. No ano de 2019, na temporada alta, o secretário municipal de cultura de Ilhabela, o advogado Adalberto Henrique da Silva Lopes, instalou um palco gigantesco, que ocupou aproximadamente 20% da praia do Veloso, se posicionou na metade da praia para a direção da praia do Curral e durante 10 dias causou uma perturbação de sossego imensa, novamente, sem público. Nós reclamamos esses fatos em nossas comunicações e também dentro da internet em alguns sites e, em data de 29/03/2019, a Prefeitura de Ilhabela, uma vez mais, iniciou um evento da secretaria da cultura no antigo posto de saúde do Bairro Curral, antiga Casa do Idoso, tendo prejudicado o Hotel DPNY e a residência da Família Napirei, diretamente vizinha a 5 metros do local, causando um barulho enorme, com música muito alta e diversos instrumentos de percussão, que teve início às 17h e perdurou até às 21h, prejudicando os nossos hóspedes (que realizaram check-in na sexta-feira) e também a Família Napirei, num conceito totalmente inadequado, sem demanda, num local sem proteção, completamente na avenida principal (estrada SP55), perigoso para crianças porque diretamente na rua, com risco de acidentes fatais, sem estrutura, acústica ou qualquer organização, somente no intuito de prejudicar, uma maldade típica que já vivenciamos outras vezes, mas que não nos impede de  continuar o nosso trabalho de mais de 20 anos, sem pedir qualquer privilégio e tão somente contando  e acreditando na Justiça, também nesse caso.

 

6) Em data de 04/10/2019, recebemos uma notificação sob nº 66.0701.0000046/2019-1 do GAEMA Litoral Norte, alegando, em tese, que os terrenos pertencentes a essa empresa, localizados na parte acima da avenida, são fruto de parcelamento de solo irregular, com abertura de ruas, individualização de lotes e cadastramento perante a Prefeitura Municipal de Ilhabela, tendo sido protocolada defesa perante o referido órgão. Em contrapartida, enviamos um comentário em entrevista concedida pelo Dr. Tadeu Salgado Ivahy Badaró Junior, promotor de justiça do GAEMA Litoral Norte ao CONEXÃO ILHABELA, em data de 16/10/2019: (Link da Entrevista), a qual transcrevemos nesse momento:  

Sim, Dr. Tadeu Badaró, como dito em sua entrevista, existe o interesse público e o interesse privado. Nós somos uma empresa particular estabelecida há mais de 20 anos em Ilhabela, e com uma história sem problemas jurídicos. Nenhum dos nossos colaboradores, proprietários ou executivos estão condenados por qualquer tipo de crime no Brasil. Nós temos uma responsabilidade social imensa e um investimento produtivo aqui em Ilhabela, com todas as licenças necessárias para o pleno desenvolvimento do nosso projeto de hotelaria, incluindo licença da Secretaria de Patrimônio da União, para operação do nosso clube de praia. Pagamos, no último ano, mais de R$ 600 mil em impostos municipais referente aquele exercício, sem contar os impostos estaduais e federais, estando adimplentes com o pagamento de todos os tributos. Somos responsáveis por 170 colaboradores o ano inteiro, devidamente registrados e com a preservação de todos os direitos previstos na legislação trabalhista e demais benefícios.

Já enfrentamos tantos problemas nessas últimas décadas que daria para escrever um livro. Em se tratando de interesse público, parece-nos que existem diferentes prioridades e consciências. O senhor como promotor de justiça e também os gestores públicos municipais possuem algumas prioridades, se nos permite dizer, equivocadas. Como pode o senhor, representante do Ministério Público do Meio Ambiente, enviar para nós uma notificação, alegando, em tese, que os terrenos pertencentes a nossa empresa, localizados no Bairro Curral, adquiridos há mais de 2 décadas, oriundos da partilha de membros de uma família centenária de caiçaras que nos ofereceu para venda já individualizados e devidamente cadastrados perante a prefeitura municipal de Ilhabela, diga-se, em épocas distintas. O objetivo principal de nossas aquisições foi evitar uma ocupação desordenada e obras irregulares como as existentes em muitos pontos do bairro Curral, mas que nunca foram questionadas pelo poder público municipal ou o Ministério Público, e o único morador do bairro que busca se pautar na justiça somos nós e mesmo assim somos alvo dessa notificação e permanentes fiscalizações do poder público municipal. Por que, se nós possuímos todas as nossas documentações, pagamos por cada imóvel, não realizamos nenhuma divisão em qualquer um de nossos lotes e sempre agimos de acordo com a lei? Em nosso entender, esse não é propriamente o espírito público. E onde estão as irregularidades nessa ilha, onde estão as prioridades do poder público municipal ou do GAEMA? Ainda, vale destacar algumas ações do poder público municipal como a autorização para a construção de uma rampa particular em plena rua pública com a “ajuda” da vice-prefeita Nilce Signorini à época (impressionante como existem tantos favores que políticos concedem a moradores nesse município), visando a proteção dos interesses de um vizinho em detrimento do interesse público. É óbvio que não somos autores de nenhum parcelamento irregular de solo, de nenhum desmatamento, que nossos terrenos estão todos registrados de forma correta e legalizada, e mesmo assim os senhores nos enviaram tal documento. Por que o GAEMA não se concentra em áreas que realmente são fruto de problemas e de interesse público?  De todo modo, entendemos as circunstâncias e pressões de alguns cidadãos e órgãos públicos e esse espírito público que representa e cria alguns equívocos. Mas estamos seguros e tranquilos que lhe serão enviados todos os documentos para provar a legalidade de nossos terrenos, através de nossos advogados.  Importantíssimo mencionar que, sem as nossas aprovações prévias para operação de nosso complexo hoteleiro e também de nosso clube de praia a nossa empresa jamais faria esse investimento produtivo aqui em Ilhabela. Fazemos também mais de 200.000 clientes felizes, a maioria de pessoas do Estado de São Paulo, em nossa hotelaria e gastronomia e permanentemente tentamos recuperar a péssima imagem de Ilhabela, especialmente, em território nacional com as nossas campanhas de marketing e comunicação permanentes. Já tivemos milhões de reais de prejuízo com a incapacidade e por conta de algumas ações ineficazes do poder público, como o tema saneamento básico, dentre outros. É claríssimo para nós que tanto em Ilhabela como em outros municípios existem energias contra conceitos produtivos e inteligentes, como o nosso, mas isso é inaceitável e cria problemas não só em Ilhabela como no Brasil inteiro. Recomendamos também para o Ministério Público como já o fizemos para poder público municipal que estabeleça prioridades corretas e um trabalho intenso nesse sentido.

 

7) Fomos autuados pelo Ministério da Fazenda, tendo nos sido enviada correspondência em data de 10/11/2015, segundo informado pelos Correios, entretanto, não se sabe o motivo, este documento não chegou ao seu destino para devidas providências e desta forma perdemos o prazo para defesa administrativa. Consideramos isso uma maldade e nos sentimos prejudicados por pessoas de nossa própria empresa. O Ministério da Fazenda entendeu que os nossos mais de R$ 70.000.000,00 de capital eram considerados receita, entretanto, tudo foi devidamente registrado, desde o início das atividades desta empresa, em todos os órgãos: Banco Central do Brasil e da Europa, bem como na JUCESP, estando tudo correto em seus aspectos fiscal e contábil, seja na Europa ou no Brasil. Apresentamos todas as provas neste sentido, referentes a todas as nossas empresas (Espanha, Alemanha, Inglaterra e Brasil). Providências nas esferas administrativas e judiciais foram tomadas, para comprovar nossa total boa-fé quanto a esse tema. O valor da ação de execução em curso perante a Justiça Federal de Caraguatatuba perfez o montante de R$ 25.766.697,30 (vinte e cinco milhões, setecentos e sessenta e seis mil, seiscentos e noventa e sete reais e trinta centavos), tendo sido oferecidos imóveis de nossa empresa como garantia do Juízo com valor extremamente superior e, após análise do Juízo, nossa defesa foi aceita, tendo o processo sido arquivado. Nada mais há de pendência perante a Receita Federal, e todos os fatos foram devidamente comprovados, denotando a total legalidade de nossas atividades, comprovando que todas as nossas operações em seus aspectos fiscais e contábeis estão totalmente corretas, pois sempre fomos adimplentes com o pagamento de todos os nossos impostos em todas as esferas. Nossa empresa sempre pautou pela correção, transparência e legalidade, e jamais se utilizou de subterfúgios para o desenvolvimento de nossas atividades. Em tempos anteriores, já sofremos maldade semelhante, com denúncias de que somos uma empresa praticante do crime de lavagem de dinheiro, e durante muitos anos fomos alvo de uma investigação e tivemos que produzir provas, onde obtivemos sucesso, encerrando-se o processo com tudo integralmente comprovado. Isso para nós também é indício de uma total insegurança jurídica... Todo o investimento realizado em Ilhabela pertence a empresa Napirei Vermoegensverwaltung GmbH em Hannover, Alemanha, fruto de um trabalho árduo de muitos anos com grande sucesso na Europa e com a venda de outra empresa do grupo, Medicom Pharma GmbH, sendo todos os impostos pagos na Europa e investimentos corretamente declarados no Brasil. Portanto, os sócios da empresa DPNY, no Brasil, são a empresa Napirei Vermoegensverwaltung GmbH em Hannover, Alemanha, e o Sr. Wolfgang Ingo Napirei, pessoa física. De se notar que, não há no grupo DPNY, empresas situadas em paraísos fiscais, mas provenientes de países europeus, como: Alemanha, Espanha e Inglaterra, tudo na mais absoluta legalidade.

 

8) Campanhas veiculadas nas Revistas “Veja” e “Isto É”, matérias de página dupla e na mesma semana, 28/01/2009, publicaram, de forma recorrente, utilizando-se de um acontecimento ocorrido no ano de 2006 para sugerir que o proprietário do Hotel DPNY agrediu hóspedes. Isto é uma inverdade total! Adriano D´Ângelo que, em data de 19/03/06, iniciou uma confusão dentro do hotel DPNY, dirigindo aos nossos colaboradores as palavras mais ásperas que se possa imaginar, incluindo adjetivos endereçados a uma jovem colaboradora do caixa e ao DJ, que chegaram aos prantos. Ainda, agrediu um monitor, sendo retirado do hotel para salvaguardar a segurança dos demais clientes e hóspedes. Apesar de tudo ter sido provocado pelo comportamento de Adriano D´Ângelo, ainda assim ele se dirigiu a delegacia de polícia em Ilhabela e lavrou um boletim de ocorrência - BO Nº 726/06, descrevendo absurdos contra o Hotel e seu proprietário, informando que estava no hotel DPNY, e que o proprietário lhes solicitou silêncio, e em seguida se retirou do hotel e, em resposta, seu pai Sr. Francisco D´Ângelo, o xingou.  Mas Adriano D´Ângelo permaneceu em uma mesa junto de amigos, ingerindo grande quantidade de bebida alcóolica, e muito tempo depois o Sr. Adriano, sozinho, se dirigiu ao caixa para pagar a conta, quando foi abordado por funcionários que passaram a agredi-lo na presença da esposa e filha. Esse BO é mais pura maldade. O Sr. Adriano D´Ângelo só se “esqueceu” de mencionar que foi ele próprio o grande causador de toda essa confusão e também o agressor, dado o seu estado de total embriaguez, e que ele não foi agredido em nenhum momento, mas convidado a se retirar das nossas dependências, fatos que foram totalmente comprovados na esfera judicial. Ratifica-se que ficou plenamente comprovado que o proprietário do hotel, Sr. Wolfgang Napirei, não estava presente nesses acontecimentos, tendo se ausentado do hotel logo no início dos fatos, após o pedido de silêncio. Pode se observar que as maldades por parte de Adriano D´Ângelo estão presentes desde aquela época, quando já mantinha o costume de acusar e inventar que as pessoas possuem fixação em ameaça-lo ou mata-lo, conforme destacamos em uma de suas afirmativas na matéria veicula da Revista “Isto É”, em 28/01/2009, quando diz: "Levei um soco no nariz, minha ex-mulher e minha filha pequena começaram a gritar e a menina pedia para que eles não me matassem", relata. Essas inverdades foram juntadas numa ação indenizatória que tramitou perante a Comarca de Ilhabela, Controle nº 1.027/06. Com o auxílio de sua advogada Fernanda Carbonelli, ingressou judicialmente contra Wolfgang Ingo Napirei, requerendo o valor de aproximadamente R$ 1 milhão (1000 salários mínimos) em valores atuais, mas a Justiça sentenciou no valor de R$ 10 mil. Não obteve sucesso em seus pedidos, tentou incriminar o Sr. Wolfgang Napirei, mas não conseguiu. Esse processo indenizatório tramitou por longos anos. Nesse interim, como não obteve nenhuma forma de acordo e por conta das inverdades que criou, a advogada Fernanda Carbonelli, amiga de uma promotora de justiça à época, Eloisa Balizardo, conseguiu que fosse aberto um procedimento criminal acusando o Sr. Wolfgang e mais alguns colaboradores, do crime de formação de quadrilha (processo também que teve o seu encerramento sem nenhuma condenação a nenhum dos acusados). Uma amiga da filha do Ministro Mantega, do PT, à época, esteve envolvida nessas reportagens de página dupla, publicadas nas Revistas “Veja” e Isto É”, diga-se, em um mesmo final de semana (28/01/2009).
Importantíssimo destacar que, todos os processos foram extintos, não havendo condenação para nenhum de nossos colaboradores e/ou o proprietário desta empresa.

 

9) Causou-nos um enorme espanto o documento que nos chegou a mão, referente ao processo criminal que apura a conduta cometida por Andréa B., quando do atropelamento ocorrido às 5h da madrugada do dia 16/11/2011, defronte a faixa de pedestre localizada na frente do Hotel DPNY, que levou a óbito um de nossos funcionários. Como se já não bastasse o fato de a Sra. Andreia ter cometido tal ato, ainda, através da defesa de seu advogado, o nome do proprietário do Hotel DPNY foi utilizado de forma totalmente inapropriada e inverídica na defesa de Andréa B., nas palavras de seu advogado Mauro Lacerda Salgado, quando diz: “a acusada é perseguida pelo poderoso proprietário”, sugerindo que ele é interessado em sua condenação, ou ainda que tem a intenção de prejudica-la, pois a persegue.  Fato é que nunca, jamais, seja o Hotel ou o Sr. Wolfgang Napirei agiram contra Andréa B. ou interferiram no processo criminal onde a Justiça Pública apura a conduta que levou a óbito o colaborador Altamiro Ferreira da Cunha, tendo a mesma sido condenada em Primeira Instância a pena de 2 anos e 8 meses de detenção em regime aberto, com a suspensão do direito de dirigir pelo período de 2 anos e 8 meses, tendo sido interposto recurso de apelação perante ao Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Não é primeira vez que Andréa B. tem levantado inverdades ou proferido maldades em desfavor do  Sr. Wolfgang Napirei, motivo pelo qual este que se sente totalmente prejudicado com as inverdades que lhe são proferidas. Por este motivo tivemos que nos socorrer da Justiça para que essas inverdades fossem corrigidas, protocolando pedido de explicações para que Andréa B. relate o motivo pelo qual tais fatos foram descritos em sua defesa, sem que tivessem qualquer ligação com a pessoa do proprietário do Hotel.

 

10) Passados aproximadamente 3 anos do ocorrido com Adriano D´Ângelo no interior do Hotel DPNY (vide ponto nº 7), Wolfgang Napirei ao caminhar sentido sul da praia do Curral, como habitualmente o faz, ouve alguém chamar por “alemão” (como era conhecido antigamente) e se dirige ao BAR DO BADITO, que entendia pertencer ao Sr. Sérgio Badito, um antigo conhecido seu, mas, adentrando ao local pode perceber que o estabelecimento agora tem novo administrador, Adriano D´Ângelo (e após ficou sabendo que o estabelecimento passou a se chamar COMANDANTE ADRIANO), se assustando quando encontra um grupo em torno de 8 homens, pensando ser uma armadilha para pegá-lo, pois era muito tarde e já  escuro. Nesse momento olha para o novo proprietário do local, Adriano D´Ângelo e diz:

 

- Olha, você já prejudicou muito a mim e a minha empresa, e eu já gastei tanto dinheiro com advogados e com processos, mas felizmente tudo isso um dia vai acabar porque todos nós morreremos, e um dia tudo isso se encerrará. “ (saindo do local pois eles o estavam provocando para a briga e Wolfgang se sentiu ameaçado, pois estava só, já era noite, e os homens estavam em um número aproximado de 8 pessoas).

 

Enquanto Wolfgang Napirei se dirigia para a saída do estabelecimento, os homens, em conjunto, dão continuidade às ameaças, agredindo-o verbalmente com palavras fortíssimas, como nazista, dentre vários outros palavrões e outras agressões verbais que lhe são dirigidas. 

Espantosamente, por absoluta maldade da parte de Adriano D´Ângelo, e num acesso de total descompasso com os fatos verdadeiros, este se dirigiu a delegacia de polícia em Ilhabela e lavrou um boletim de ocorrência em desfavor de Wolfgang Ingo Napirei - BO Nº 513/2012, com a natureza coação no curso do processo, acusando-o de tê-lo agredido e o ameaçado de morte no ano de 2006, e mais, dizendo que este, na data de 19/02/2012, adentrou ao seu estabelecimento, o abordando de forma truculenta e agressiva, o ameaçando de morte porque este o havia feito gastar milhões. Adriano, mentirosamente, disse que ouviu de Wolfgang Napirei que ele o mataria! Ainda, por ocasião de todas essas mentiras, Adriano teve o disparate de requerer proteção judicial, se dizendo “atemorizado”, quando na verdade os fatos ocorreram de forma totalmente inversa. Após todas as inverdades relatadas por Adriano D´Ângelo quando ouvido na Delegacia de Polícia de Ilhabela, bem como com o depoimento referente ao que realmente ocorreu no dia dos fatos, o Ministério Público entendeu que não houveram condutas penais e ou infrações penais da parte do proprietário do Hotel DPNY, requerendo o arquivamento do feito criminal, tendo sido acolhido pelo Juízo de Ilhabela, determinando o arquivamento do processo criminal. Anos depois, ao lado desse estabelecimento (COMANDANTE ADRIANO), mas no mesmo terreno pertencente à Família Badito surge um novo comércio, uma casa de eventos com licenças municipais duvidosas, com construção em faixa de marinha, localizado numa curva perigosa da rodovia SP 131, sem estacionamento, com calçamentos precários e até inexistentes, tendo já ocorrido acidentes, e quando de suas festas obstrui por completo o trânsito, aumentando ainda mais o risco de ocorrências que já são comuns no local, um estabelecimento sem sala acústica conforme exigido por lei, e por conta dessas irregularidades nós fizemos denúncias aos órgãos públicos e tentamos parar com toda a perturbação de sossego e perigo de rua que eles criavam quase todo final de semana, e a proprietária do estabelecimento, Beatrix Coutinho, num jogo totalmente absurdo e mentiroso, desde então, tenta incriminar Wolfgang Napirei, como a acusação datada de 10/03/2018, quando ela diz que ele se dirigiu ao seu estabelecimento acompanhado de um bando em torno de 10 homens e ordenou que quebrassem tudo, numa total inverdade, no único intuito de mentir e o incriminar, prejudicar a empresa e o seu proprietário, num acesso total de maldade. Não bastassem tais atitudes por demais levianas, Beatrix se dirigiu a delegacia de polícia em Ilhabela e lavrou um boletim de ocorrência - BO Nº 676/2018, o acusando de fatos mentirosos que jamais ocorreram. Como sempre, uma vez mais, que a Justiça se fez presente e pôs fim a mais essa grande maldade, dentre as muitas outras que temos sofrido com o tempo. Fato é que, desde o início das inverdades que Beatrix inventa na tentativa de incriminar o Sr. Wolfgang Ingo Napirei. Entretanto, após análise de todo esse procedimento criminal, o Ministério Público entendeu que não houveram elementos capazes de incriminar a pessoa do proprietário do Hotel DPNY, e tendo em vista a fragilidade das vãs acusações por parte de Beatrix Coutinho, o Ministério Público se manifestou-se no sentido de que as “ameaças devem ser sérias, concretas e se revestir de idoneidade, não bastando a referência a atos impessoais, abstratos ou demasiadamente genéricos”, requerendo o arquivamento do feito, tendo sido acolhido pelo Juízo de Ilhabela, determinando o arquivamento do processo criminal. De outro lado, a proprietária do estabelecimento Casa de Canoa denunciou inverdades, imputando crimes a pessoa do diretor presidente do Hotel DPNY e alguns de seus assessores, fatos que já foram noticiados a autoridade policial, requerendo providências para apuração da verdade, dando ensejo a abertura de um inquérito policial, em trâmite perante a Delegacia de Polícia de Ilhabela.

 

11) Tivemos uma funcionária, de nome Ingrid de Carvalho Plácido, que nos causou uma imensa maldade, onde, por mais de um ano, desviou grande soma de valores da folha de pagamento dessa empresa para sua conta particular, ferindo por completo a confiança que lhe foi depositada. Providências cabíveis foram tomadas, nas áreas criminal e trabalhista, ocorrendo revelia da ex-funcionária em audiência junto a Vara do Trabalho de São Sebastião.

 

12) Um grupo de 8 jovens adultos, dentre eles: Gustavo, Diego, Antonio, Bruno e Marcelo, em data de 7/2/2009, vindo do Condomínio Tabatinga, em Caraguatatuba/SP, mantiveram um comportamento completamente em desacordo com tudo que se possa imaginar, passando a agredir, sem qualquer motivo, o proprietário dessa empresa com frases do tipo:“Alemão, você é um nazista, um safado, um cuzão, que roubou no seu país e veio gastar aqui no meu, você é um velho que não tem capacidade de arrumar uma mulher, porque você é um viado, uma bicha. Volte para o seu país, seu câncer. Você tem que morrer. Você é um laranja! Eu odeio alemão, eu odeio o seu país! Você acha que pode tudo, porque tem dinheiro. Eu tenho pena destes seus empregados, porque eles têm que trabalhar para você. Você não é homem. Não é a toa que você apareceu na reportagem da revista. Você não vale nada!” Todas essas palavras eram atentamente ouvidas por todos os hóspedes a volta que, estarrecidos, não acreditavam no que estavam vendo, nem ouvindo. O tempo todo, exatamente, o tempo todo, dois dos rapazes, provocavam e chamavam o proprietário do hotel para a briga. Nos pareceu, muito claramente, que eles estavam arrumando toda aquela confusão de caso pensado, ou a mando de alguém. Talvez, pelo fato de saberem que um problema sério estaria se estabelecendo, caso o proprietário, Sr. Wolfgang Ingo Napirei, reagisse a todos aqueles absurdos e tocasse em algum deles. Foram embora, um brigando e gritando com o outro, sendo que falavam entre si que eles só arrumavam confusão e que calassem a boca, e que não precisava ter feito tudo isso... O tempo todo todos os colaboradores do hotel mantiveram a calma em grau extremo, pois nenhum cidadão que circula o mínimo de sangue em suas veias suportaria escutar tamanhas barbaridades... Mas como eles, desde o início, se mostraram dispostos a criar confusão, foi necessário muito discernimento e auto controle para resolver a situação sem que tivéssemos nos tornado os vilões, como sempre alguns pensam, que a culpa é do Hotel DPNY pelas confusões na praia, acesso público ou nas ruas. Com muito custo, os rapazes foram embora... “ (o proprietário do Hotel DPNY, Sr. Wolfgang Ingo Napirei, é casado com uma brasileira, Sra. Adriana de Souza Napirei, nascida em Pindamonhangaba, e juntos têm 2 filhos, com idades de 22 e 19 anos).

 

13) O Diretor Presidente desta empresa, Sr. Wolfgang Ingo Napirei, desde o início de suas atividades no Brasil, teve o seu nome envolvido em situações de imenso prejuízo moral e material, atingindo a sua pessoa direta e indiretamente, sendo, até os dias atuais, citado em páginas veiculadas na internet, atribuindo-lhe todo tipo de inverdade. Note que seu nome é citado nos mais diversos sites, e no caso de você realizar uma busca, encontrará mais de 105 vezes o nome “Wolfgang Ingo Napirei” em sites jurídicos, havendo em alguns casos repetição, e em outros, nenhuma relação com o proprietário desta empresa. Mas tudo isso é reflexo da defesa do Sr. Wolfgang Ingo Napirei a todos os ataques que tem sofrido há mais de 20 anos, no Brasil, contra a sua pessoa, gerando um custo muito alto em honorários advocatícios e também no fato de sempre haver pessoas com intenção de manchar a imagem e marca DPNY. Mas, permaneceremos na nossa luta, alicerçados num trabalho honesto, contínuo e sempre de encontro a lei, em prol de um país melhor a cada dia.

 

14) A empresa DPNY tem, ao longo dos anos, sofrido com diversos processos trabalhistas, onde pode-se detectar significativa maldade advinda de alguns profissionais, que abusam de suas atuações, como se aguardassem a saída de colaboradores de nossa empresa, objetivando obter vantagens com infundadas reclamações trabalhistas, numa forma oportunista de se locupletarem imoralmente. Acreditamos que, com a reforma trabalhista, tenhamos cada vez menos profissionais com esse perfil, pelo risco de sofrerem uma condenação por litigância de má-fé. 

 

15) PODEMOS AFIRMAR, SEM A MENOR DÚVIDA, QUE NÃO HÁ NENHUMA CONDENAÇÃO EM FACE DO DIRETOR PRESIDENTE DESTA EMPRESA OU QUALQUER UM DE SEUS COLABORADORES
Importante informar que, ao longo dos mais de 20 anos de atividade, a empresa DPNY e seu Diretor Presidente, Sr. Wolfgang Ingo Napirei, obtiveram vitória em todas as batalhas judiciais (com exceção de pouquíssimos processos trabalhistas), sendo os processos arquivados, extintos, bem como proferidas sentenças favoráveis, posto que comprovados todos os fatos contidos em nossa defesa. Nada se provou das falsas alegações, como: ele tenha agredido hóspedes; de formação de quadrilha; sonegação de impostos ou lavagem de dinheiro, as quais nos foram atribuídas. E a verdade triunfou. E a Justiça se fez!!! Desde o início de nossa Hotelaria, Gastronomia, incluindo o nosso Beach Club, recebemos mais de 200.000 hóspedes e visitantes em nossas instalações e praticamente não tivemos problemas, somente algumas poucas interações de pessoas com maldade.

Apoiamos o Brasil, a Democracia e um Estado de Direito. Muitas pessoas não leem todo o conteúdo de nossas cartas abertas de cunho social, não compreendendo o seu verdadeiro teor. 

Nós já temos relatado em nossas cartas abertas várias atividades praticadas contra a nossa empresa.

Permanecemos crendo na Justiça, em todas as suas esferas!


 

 

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Consciência, Atenção, Honestidade, Transparência, Democracia, Respeito, Liberdade, Justiça e Igualdade.

Questão Humana
Queridos leitores, mais uma coisa. Vamos nos perguntar por que é tão difícil, para muitas pessoas, perdoar ou pedir desculpas. É muito mais difícil ainda nós nos perdoarmos. Esse é um passo muito importante para um espírito aberto e consciente. Perdoe-se! Olhem as circunstâncias. Talvez você estava inconsciente ou com qualquer efeito disso, resultando numa ação ruim, mas isso já é passado. Não estamos falando de crimes ou intenções negativas, porque esses vocês irão pagar com dor e sofrimento. Mas, em outros pontos de vista, perdoem-se! Peçam desculpas para si mesmos e para os outros! Admitir um erro é sempre uma boa maneira de deter um outro erro. Prá frente com excelência!

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