CARTA ABERTA

 

À CORREGEDORIA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO

 

Querido leitor, antes de ter acesso ao conteúdo desta Carta Aberta, queremos informá-lo sobre alguns fatos relevantes:

 

DPNY BEACH HOTEL & SPA, em Ilhabela, opera, atualmente, 83 quartos, com uma ocupação anual de 90,18%, com 33 milhões de reais de receitas de Hotelaria e Gastronomia. Este é um recorde mundial para um hotel de luxo pé na areia.

 

Nós possuímos 180 colaboradores, devidamente registrados, o ano inteiro, com o pagamento de todos os benefícios trabalhistas e outros mais. Uma empresa exemplar.

 

A primeira vez que o proprietário do Hotel DPNY entrou no Brasil foi no ano de 1997, com sua esposa brasileira, com quem mantém um casamento de 20 anos, tendo 2 filhos fruto deste relacionamento, e a família escolheu Ilhabela para residir.

 

O investimento aqui no Brasil é resultado da venda de uma empresa na Alemanha – MEDICOM PHARMA GMBH, tendo sido feita a nacionalização desse capital, que foi incisivamente fiscalizado pelos órgãos responsáveis na Alemanha, Polícia Federal, Ministério Público e pela Receita Federal Brasileira, com todas as taxas e impostos devidamente recolhidos, tudo dentro da mais perfeita lisura.

 

Um investimento produtivo, pautado na legalidade, com todas as licenças municipal, estadual e federal, incluindo uma licença SPU/União para administração do Clube de Praia.

 

Instalações criativas e inovadoras, com visitantes ilustres e alguns poderosos como Gisele Bündchen, Paola Oliveira e muito mais personalidades do mundo inteiro.

 

Possuímos interações com uma praia aberta ao público, um hotel aberto, onde nunca fomos condenados por um crime sequer, incluindo crime ambiental. Nosso tratamento de água é exemplar, tendo sido investido o montante de aproximadamente 1 milhão de reais, sendo que não depositamos uma gota sequer de esgoto no curso d´água ou no mar.

 

Agora queremos deixar muito claro, porque tivemos muitas experiências no últimos anos, nem sempre positivas, mas queremos esclarecer que quase 100% dessas experiências estão perfeitas. Nós amamos o Brasil e o povo brasileiro, mas infelizmente um pequeno grupo de pessoas de índole duvidosa e até com algum poder tentou prejudicar-nos.

 

Desde já, pedimos desculpas por qualquer falha que tenhamos cometido nos últimos quase 20 anos, aqui no Brasil.

 

Entendemos que somos uma empresa produtiva, que busca a ordem e o progresso que o Brasil necessita.

 

Sem investimentos produtivos como o nosso, ou, por exemplo, de empresas como a Petrobrás, não existiriam postos de saúde ou creches, pois os entes municipal e estadual não teriam recursos próprios suficientes para toda máquina pública.

 

Esta é nossa verdadeira intenção: ajudar o Brasil e motivar outras empresas, especialmente agências de marketing e publicidade e assessoria de imprensa, objetivando criar novos caminhos aos seus clientes com a máxima transparência e honestidade.

 

Nós entendemos que o nosso projeto de Cartas Abertas é pioneiro e também esta Carta atual se encerrará de forma plena, porque a maioria das pessoas nos entendem e sabem que trabalhamos de uma forma honesta, correta e bem perfeita para o Brasil. E essas pessoas nos visitam, essas pessoas são os nossos clientes dos últimos anos e das próximas décadas.

 

Nesse momento iniciamos a explicação do caso, um caso inacreditável, mas real.

 

Carta Aberta

À Corregedoria do Ministério Público do Estado de São Paulo

 

O DPNY BEACH HOTEL & SPA, em Ilhabela, iniciou suas atividades no ano de 2005. Nesta época principiaram algumas ações contra a nossa empresa e a pessoa do seu proprietário. No mesmo período, atuava nesse município a advogada Maria Fernanda Carbonelli Muniz, que tinha como amiga a Promotora de Justiça de Ilhabela Eloisa Balizardo, e pelo fato de serem próximas, Fernanda Carbonelli a instigou para a abertura de um inquérito policial de formação de quadrilha contra a pessoa do proprietário desta empresa e mais algumas pessoas. Um completo absurdo, onde o proprietário do Hotel foi acusado de associar a outros colaboradores/pessoas para o cometimento de crimes. Atualmente essa advogada presta serviços para uma ONG do litoral norte, tendo como membro uma das sócias da Editora Abril.

 

Esse absurdo de inquérito policial foi matéria de 2 páginas inteiras em cada uma das revistas “Veja” e “Isto É”, publicado num mesmo final de semana, causando prejuízos quase que irreparáveis ao hotel, sendo sentido os seus reflexos até os dias atuais. Deixamos claro que essa reportagem saiu no ano de 2009, mas não queremos responsabilizar a Promotora de Justiça pela reportagem.

 

Exatamente após grandes investimentos das eleições, no ano de 2.008, tivemos conhecimento da amizade e influência havida entre parte dos envolvidos nessas reportagens com a família do então Ministro Guido Mantega.

 

Nós sempre tentamos esclarecer todos esses fatos, como faremos novamente. Este inquérito policial ensejou um processo judicial de Formação de Quadrilha, tendo sido finalmente arquivado, mas após mais de 10 anos de tramitação. Sofremos também, nesta época, outra acusação de lavagem de dinheiro contra nós e após fornecermos todas as provas de estarmos totalmente legais, na mais absoluta correção, este processo também foi arquivado. Não existe nada contra o Hotel DPNY, seu proprietário ou seus colaboradores, mas a Justiça e alguns elementos não param de nos acusar e te tentar nos incriminar.

 

Dentro do inquérito policial encontramos até falsos documentos e traduções equivocadas, numa tentativa inacreditável de confundir o Judiciário.

 

Lamentável como as ações de alguns grupos, com a participação de algumas autoridades, demais pessoas e também com a colaboração de parte da mídia nacional, como a Revista Veja, com mais reportagens nos últimos anos, contra uma empresa como a nossa, contra pessoas como o proprietário Sr. Wolfgang Napirei e contra colaboradores que trabalham com honra e honestidade e que sofrem há mais de 10 anos com um inquérito policial duvidoso estando alguns desses colaboradores com o bloqueio do desenvolvimento de suas carreiras. Essa situação já feriu os direitos consagrados na Declaração Universal de Direitos Humanos da ONU. A empresa DPNY aqui no Brasil só sobreviveu porque o produto é honesto e forte e a empresa está numa situação financeira ótima e capitalizada com recursos próprios, e não de terceiros, pois sem isto o Hotel DPNY já não mais existiria no Brasil.

 

Um fato importante é que, no ano de 2007, veio um novo delegado de polícia civil para Ilhabela, Jairo Garcia Pereira, um jovem que amava festas e bebidas, e andava portando arma na praia do Curral e que frequentava o nosso Beach Club, o qual mantinha amizade com um delegado de polícia federal do município de São Sebastião, Eduardo Marcondes do Amaral, e ambos exibiam o mesmo comportamento. Esse grupo tentava, com o poder que lhes era conferido, obter vantagens... Esse delegado de polícia civil pleiteou 5 convites para si e sua família para a nossa festa de réveillon 2007/2008, que contou com um público de aproximadamente 1.300 pessoas e, após decidirem não vir, doou esses convites sem conhecimento do Hotel DPNY para esse amigo, que atuava como delegado de polícia federal em São Sebastião, Eduardo Marcondes do Amaral, que trouxe consigo mais 4 homens, sendo mais 2 delegados de polícia civil de São Paulo: João Batista de Magalhães Braga e Renato Magalhães Borges e mais 2 homens, lutadores, famosos por aterrorizar locais na região do litoral norte, incluindo baladas e outras festas. Esses homens entraram em nossa festa e desde o início, somente com o intuito de criar confusão, passaram a fazer ameaças e causar problemas de todo tipo, juntamente com os demais e alguns outros homens e mulheres que se juntaram a esse grupo, mas que não entraram como convidados, dentre os acima descritos. Esses homens criaram uma confusão tamanha e diferente de tudo o que já tínhamos presenciado ou imaginado que pudesse ocorrer em nosso Hotel. Eram totalmente violentos, possuíam compleição física avantajada, como de grande lutadores... com um comportamento totalmente inaceitável, seja para a festa de réveillon ou para qualquer outro local, como o ato absurdo de urinar em caixas de som no interior de nossa pista de dança/sala acústica, prejudicar/danificar as instalações do hotel, atrapalhar o sossego das demais pessoas, inclusive provocando mulheres que estavam em nossa festa acompanhadas de seus namorados, noivos ou maridos, provocando e agredindo os monitores do hotel, brigando entre si, instalando-se uma confusão tamanha que se estendeu até a calçada defronte a recepção. Eu, como proprietário do Hotel, não posso descrever muitos detalhes, mas existem testemunhas para todos esses acontecimentos. Nesta noite eu estava com um time de DJs e criei a produção musical da festa. Eu pessoalmente toquei um set de músicas de mais de 1:30h de duração, até por volta das 3:30h, após fui até minha casa, tomei uma ducha e retornei em pouco tempo, e neste momento recebi a informação de um colaborador do hotel que um grupo de pessoas estava criando uma grande confusão e há uma distância de 15 metros já avistei 2 homens que brigavam entre si, quando me dirigi a esses homens e pedi que parassem com a briga e que saíssem do hotel e imediatamente me atacaram, quando seguranças de alguns convidados/visitantes da festa e nossos monitores e alguns garçons imobilizaram esses homens e os conduziram até a frente do hotel e lá eles continuaram a brigar entre si, chegando ao cúmulo de um dos delegados atingirem sua própria companheira com um soco. No meio dessa confusão, eu vi que uma pessoa correu muito rapidamente e bateu com a cabeça em uma das portas de vidro do hotel, de espessura muito grossa e com vidros grandes, batendo com o rosto e caindo ao chão. Nada mais eu vi, somente pedi que os nossos monitores retirassem esse homens do hotel e nada mais.

Em um dado momento dessa festa, a Sra. Adriana de Souza Napirei, esposa do proprietário, se dirigiu ao encontro do Delegado de Polícia Federal Eduardo Amaral, dizendo: “Dr. Eduardo, você precisa cuidar de seus convidados. Tem um fazendo xixi na caixa de som. E um monitor chamou a atenção dele, mas de nada adiantou. Venha comigo, por favor.”

 

Dr. Eduardo, então, acompanhou a Sra. Adriana, juntamente com mais dois de seus convidados, que mais tarde veio a saber serem delegados de polícia civil, e começou a conversar com este homem para que parasse com esse tipo de comportamento, quando veio um outro maior, e passaram a discutir entre si. A discussão até então era entre eles, pois a Sra. Adriana não permitiu que nenhum de seus colaboradores interferissem.

O tempo passava e não se podia controlar a confusão que se formou entre aqueles dois homens (o que estava urinando na caixa de som dentro da pista de dança e o que chegou depois para chamar-lhe a atenção).

Neste momento, Dr. Eduardo e outro amigo ficaram observando, quando a Sra. Adriana foi novamente ao seu encontro e falou: “Dr. Eduardo, você precisa parar esses dois, pois estão estragando a festa.

Por que você não pára essa confusão?”

Ele respondeu: “Quando eles começam, eles não param!” A Sra. Adriana falou: “Por que você não liga para a polícia?”

Dr. Eduardo riu, e disse: “Como vamos ligar para a polícia se aqui tem três delegados?”.

Após todo o ocorrido, em 01/01/2008, o Hotel DPNY criou um boletim de ocorrência contra esses homens, e eles, em contrapartida, criaram um boletim de ocorrência contra mim e alguns monitores.

 

DATA BOLETIM DE OCORRÊNCIA EM NOSSA DEFESA: 01/01/08

Boletim de ocorrência redigido em nossa defesa, sob nº 39/08, datado de 01/01/08, constando como vítima a pessoa de RODRIGO BARBOSA DOS REIS que, à época trabalhava como monitor da festa de réveillon do Hotel DPNY, e que uma pessoa que estava na festa estava urinando na caixa de som no interior do pista de dança/sala acústica, momento em que essa pessoa foi repreendida pelo próprio amigo, dando início a uma discussão entre esses que passaram a empurrar os demais presentes na festa, e passaram para a agressão, quando um deles tentou fugir e bateu com o rosto na porta de vidro, ficando tonto, quando a vítima, Rodrigo tentou imobilizá- lo, e neste momento recebeu uma cadeirada nas costas e o soltou. Após, a vítima Rodrigo levantou-se com fortes dores no ombro e retirou-se do local.

 

*** Nesta época eu ainda não tinha um “português” muito correto e não compreendia muitas palavras, seja para conversação, leitura ou escrita, por isso eu sempre confiei totalmente em meus assessores e advogados para a defesa da minha pessoa e da nossa empresa, e, ainda, no meu ponto de vista, faltaram alguns pontos no boletim de ocorrência, porque esses homens atacaram primeiramente a mim e depois o ex-colaborador Rodrigo Barbosa dos Reis, que estava dentro de toda essa confusão e turbulência e também foi atacado, recebendo uma mesa em suas costas como eu também recebi uma mesa que atingiu a minha cabeça (todos esses fatos constam em meu depoimento prestado junto a Delegacia de Polícia Federal).

 

Importante destacar que, todos os nossos monitores possuem educação, preparo e treinamento e, com certeza, não agrediram esses senhores.

 

DATA BOLETIM DE OCORRÊNCIA EM NOSSO DESFAVOR: 01/01/08

Boletim de ocorrência redigido em nosso desfavor, sob nº 05/08, datado de 01/01/08, constando como supostas vítimas as pessoas do: Delegado de Polícia Civil RENATO MAGALHÃES BORGES; Delegado de Polícia Civil JOÃO BATISTA MAGALHÃES BRAGA; e PRISCILLA GUIMARÃES NOVAES. E como TESTEMUNHAS: EDUARDO MEDALJON ZYNGER e BRUNA MELLO GONÇALVES. A suposta vítima RENATO alega que estava na festa de réveillon do Hotel DPNY, momento em que tirou sua camiseta e lhe pediram para recoloca-la e que ele atendeu, mas momentos depois viu que outras pessoas também estavam sem camiseta e retirou-a novamente. Declarou que o proprietário do hotel disse que eles eram uns merdas e pobres e que ele era dono do hotel e queria que eles fossem embora, e eles atenderam. Declarou que o proprietário do hotel deu uma gravata neles, o segurando e dando ordens para que seus colaboradores lhe batessem, e que o autor e um de seus colaboradores deram uma cadeirada na vítima, e, que inclusive, a vítima foi chutada muitas vezes quando se encontrava caída no chão. Ambas as supostas vítimas dizem que foram agredidas pelo autor e seus colaboradores.

 

**Nessa época, eu não tinha conhecimento de muitas palavras desse tipo de “vocabulário”, como “merda ou pobre”, eu não conhecia esse tipo de palavras, eu não falava assim, pois eu compreendia o “português” de uma forma básica.

 

***A versão descrita pelas supostas vítimas não é verdadeira, fato é que eu não estava presente na festa, não falei com ninguém, pois eu pessoalmente toquei um set de músicas por mais de 1:30h, até por volta das 3:30h, após fui até minha casa, tomei uma ducha e retornei pouco tempo depois, e neste momento recebi a informação de um colaborador do hotel que um grupo de pessoas estava criando uma grande confusão e de uma distância de 15 metros já avistei 2 homens que brigavam entre si, quando me dirigi a esses homens e pedi que parassem com a briga e que saíssem do hotel e imediatamente me atacaram, e seguranças de alguns convidados/visitantes da festa e nossos monitores e alguns garçons imobilizaram esses homens e os conduziram até a frente do hotel e lá eles continuaram a briga entre si. No meio dessa confusão, eu vi que uma pessoa corria muito rapidamente e bateu com a cabeça em uma das portas de vidro do Hotel, de espessura muito grossa, vidros grandes, e essa pessoa bateu com o rosto e caiu ao chão. Nada mais eu vi, somente pedi que nossos monitores o retirassem do hotel e nada mais.

 

O boletim de ocorrência criado por esses homens gerou um inquérito policial contra mim e mais 4 de nossos ex colaboradores, um completo absurdo. Passados 10 anos, com todos os fatos e testemunhas arroladas dentro do inquérito, que resultou numa ação judicial (anexo 1) demonstrando toda a associação e ação desses homens, porque foram eles os verdadeiros agressores (toda equipe de advogados contratada para nossa defesa, assim como eu e os demais réus, aguardamos pelo arquivamento desse inquérito absurdo com tantos equívocos em seu conteúdo), somos surpreendidos no dia 16/01/2018, com uma intimação de um oficial de justiça da Comarca de Ilhabela/SP para meu comparecimento em audiência de instrução e julgamento na próxima quinta-feira, dia 25/01/2018, onde, novamente, serão ouvidas todas as testemunhas dos fatos em Juízo, e mesmo que a intimação não tenha se efetivado porque eu não estava na empresa nesse dia, e o oficial de justiça não me encontrou, e embora entendamos que toda essa situação é um completo absurdo, posto que foram esses homens que causaram todo mal para nós, encerrando e prejudicando uma festa que havia sido produzida para nossos hóspedes, clientes e convidados, incluindo, uma agressão a mim, nos deparamos na condição de réus, numa situação completamente fora da mínima proporção, pois somos nós as vítimas desde o início de toda essa situação completamente desastrosa e criminosa causada por esses homens!!!

 

Impressionante ocorrerem ações como essas nesses momentos, quando estamos com as nossas Cartas Abertas de nºs 9 e 10 publicadas, onde tecemos algumas críticas à atuação da Prefeitura Municipal de Ilhabela e algumas outras autoridades deste município. (link: Companha N°9 e Capanha N°10 )

 

Mas estamos seguros e manteremos nossa crença e confiança na Justiça, e enfrentaremos mais essa situação, como tantas outras que já sofremos. Todos esses acontecimentos, fruto da maldade de um pequeno grupo desde o ano de 2006, que sempre agiu contra o Hotel DPNY e contra mim, nos aparenta uma verdadeira caça, como exemplo de algumas maldades que já presenciamos, como quando da motivação por parte de alguns policiais militares sugerindo às pessoas a fazerem boletins de ocorrência em nosso desfavor referente a qualquer briga ou confusão que acontecesse na Praia do Curral ou nas imediações do Hotel DPNY. Outro exemplo dessa “caça” contra nós é quando da visita do delegado de polícia civil Jairo Pereira Garcia, apenas 2 dias após a festa de réveillon, por volta das 20h, solicitando falar comigo em particular. Diante da minha recusa em tratar qualquer assunto em particular, na presença de mais 5 testemunhas, o delegado Jairo então me entregou um ofício encaminhado pelo delegado de polícia federal Eduardo Marcondes do Amaral, solicitando a delegacia local apresentação de documentos do hotel e da minha pessoa. Consideramos totalmente incomum essa situação: um delegado de polícia federal solicitar documentos a uma unidade de polícia civil que não seja de sua competência local. Mais entranho ainda que as 5 testemunhas que presenciaram a conversa entre mim e o delegado de polícia civil, observaram que o referido ofício sequer havia sido protocolado, mas assinado pelo delegado federal que, apenas 2 dias antes havia se envolvido na ocorrência da festa de réveillon. No final dessa estranha visita, ainda, o delegado de polícia Jairo Pereira, declara que a Polícia Federal é igual a GESTAPO!!!

 

Mais um exemplo contra nós é quando da visita de policiais federais, algum tempo após o ocorrido do réveillon 2007/2008, quando, estranhamente, com a desculpa de uma diligência por conta de uma denúncia, adentraram ao hotel com armamentos de grande porte, como fuzis e metralhadoras em plena luz do dia, com a nossa ocupação máxima, e com todos os nossos hóspedes em nossas dependências, incluindo a área do café da manhã, ou, ainda, quando da visita de policiais da Corregedoria da Polícia Civil do Estado de São Paulo, acompanhado de alguns membros do Ministérios Público, e a invasão ao nosso hotel com 100% de ocupação. Nesse dia foram invadidas a Administração, os Galpões, os terrenos ao lado e até mesmo a minha residência. Foram, ao todo 30 pessoas, fortemente armadas com rifles, incluindo 5 delegados e 2 promotores, sem encontrar absolutamente nada que incriminasse a minha pessoa. Realmente, foram muitas as maldades pelas quais já passamos, onde fomos as verdadeiras vítimas, como no presente caso.

 

Ainda, com referência a esse tema “Caça”, solicitamos que leiam o conteúdo de nossa Carta Aberta endereçada a Corregedoria de Justiça do Estado de São Paulo (link: http://www.dpny.com.br/cartas-abertas- dpny/carta/magistratura ).

 

Após alguns desses infortúnios pelos quais passamos, o Delegado de Polícia JOSÉ LUIZ TIBIRIÇÁ, que sucedeu JAIRO PEREIRA GARCIA, em entrevista, explicou para a mídia que o Hotel DPNY agia com truculência!!! Um verdadeiro disparate toda essa situação. Todas essas influências estão tão poderosas que saiu 2 páginas inteiras, numa mesma semana, de versão nacional, das Revistas “Isto É” e “Veja”, com esse conteúdo e até hoje o Hotel DPNY sofre com essas falsas declarações e permanentemente sofremos com reportagens da Editora Abril em nosso desfavor.

 

Tanto a minha empresa quanto eu, proprietário, conseguimos superar esses desafios, e todos obtiveram frutos com isso, porque Ilhabela e o litoral norte estão em uma situação muito melhor do que há 15 anos, e a empresa DPNY tem participação positiva no combate a esse “crime organizado” e com algumas participações da sociedade, pois sempre sofremos com mentiras, fantasias e fofocas tacanhas com o único intuito de prejudicar-nos.

 

Entendemos que esse é um caso que deva ser arquivado e/ou julgado totalmente improcedente, porque embora alguns elementos queiram prejudicar a mim e aos demais acusados, como de costume, enfrentaremos mais esse desafio com toda verdade, honestidade e transparência, pois só queremos ajudar, e estamos certos que é somente uma parte mínima da sociedade que deseja o nosso mal, um grupo muito pequeno que criou toda essa situação para nós e para o Brasil.

 

Queremos deixar muito claro que não acreditamos em uma condenação para esse episódio, porque nós fomos as vítimas e não os autores dos fatos.

 

Importantíssimo mais uma vez informar que nem a minha pessoa ou qualquer um dos meus ex-colaboradores agrediu alguém e não existe dentro do inquérito policial qualquer prova, incluindo testemunhas para essa acusação de lesão corporal seja a leve ou a absurda acusação de lesão corporal grave, pois essa pessoa recebeu o ferimento quando bateu com a cabeça no vidro durante uma tentativa de fugir da situação/confusão, sendo que ele próprio se feriu. Somente uma mulher me acusa de dar ordem para que os meus monitores batessem nesses homens, o que é uma total mentira, pois eu somente dei a ordem para que esses homens fossem embora da festa e do hotel. Em todo o inquérito não existe um crime ou outro indício sequer. Isso é um verdadeiro absurdo!

 

De se destacar que, na referida ação penal, está descrito que o Delegado João Batista Magalhães de Braga esteve incapacitado para suas atividades laborais por mais de 30 dias após a data dos fatos, e ter apresentado, diga-se, após quase 5 meses, um laudo “complementar” assinado por um médico particular, e que demonstra diversas contradições quando da avaliação médica, não há de se utilizar esse elemento como prova, pois imprestável para a comprovação dos fatos, ainda mais porque o delegado João Batista Magalhães de Braga trabalhou durante todo o período em que diz estar impossibilidade de exercer suas atividades. Portanto, descaracterizada está a suposta ocorrência do crime de lesão corporal grave. Prova é que a nossa defesa obteve documento comprobatório que a suposta vítima Delegado de Polícia Civil João Batista Magalhães de Braga não ficou ausente de suas atividades no período descrito, portanto, a suposta lesão não o incapacitou para as atividades laborais, pois ele permaneceu exercendo suas funções durante todo o mês de janeiro/2008, imediatamente após a festa. Ratificando: o laudo complementar só foi realizado 5 meses após a data dos fatos, motivo pelo qual deve ser de todo impugnado.

 

A única ideia que vemos para a criação deste processo contra a minha pessoa (cidadão honorário do município de Ilhabela, tendo recebido elogios e agradecimentos da UNICEF pela doação de livros a escolas públicas deste município, e que permanentemente e juntamente com minha empresa, temos criado projetos sociais, como a distribuição de toneladas de cestas básicas para as comunidades isoladas, e, ainda, pela oportunidade concedida a tantos jovens, que ingressaram e ingressam nessa empresa e recebem todo o aprendizado, como se estivessem em uma faculdade, tendo atendido até o momento uma demanda de aproximadamente 1000 pessoas) e de meus ex-colaboradores é de prejudicar o Hotel DPNY, pois nenhum outro motivo há.

 

É quase impossível haver uma condenação. Onde está o crime? No caso de a Justiça condenar-me, perguntamos, como pode condenar um homem com estes fatos e circunstâncias e que nunca teve um crime contra si? Pessoas com grande prestígio da sociedade me conhecem realmente, e são testemunhas de minhas ações sociais neste município.

Eu trabalho há 20 anos para o Brasil, sou casado com uma brasileira, em igual período, e juntos, temos 2 filhos. Até hoje, nem a minha empresa, nem a minha pessoa ou qualquer um de meus ex-colaboradores recebeu qualquer condenação por um crime, incluindo um crime ambiental.

 

O Hotel DPNY investiu, em Ilhabela, nos últimos 20 anos, 80 milhões de reais, um investimento produtivo (sem este tipo de investimento não existiriam creches ou postos de saúde). Fornecemos, o ano inteiro, 180 oportunidades de empregos com todos os direitos trabalhistas e demais benefícios. Muitos profissionais nos prestam serviços dia a dia. Possuímos uma ocupação de 90,18 %, no ano de 2017, com 33 milhões de reais de receitas de Hotelaria e Gastronomia. Para um hotel de 83 quartos, um hotel de luxo pé na areia, integrado a natureza, é um recorde mundial. Estamos adimplentes com todos os nossos impostos: municipal, estadual e federal. Fizemos um investimento de tratamento de esgoto de mais de 1 milhão de reais, não depositando uma gota sequer de esgoto no mar. Possuímos todas as licenças: municipal, estadual e federal, incluindo licença da União – SPU, para cuidar da praia. Nunca fomos condenados pelo cometimento de qualquer crime, tampouco crimes ambientais. O Hotel DPNY lida, há mais de 10 anos, com todo tipo de público. Possuímos mais de 200.000 hóspedes e visitantes nesse período. Sempre tentamos resolver, profissionalmente e da melhor maneira possível, todo e qualquer desejo e/ou reclamação de todos os nossos clientes. Em quase 100% das situações conseguimos resolver. Fato é que o Hotel DPNY possui 0,0001% de processos relacionados a direito do consumidor, num universo de mais 20.000 clientes/ano.

 

Está difícil localizar os demais réus para a entrega de suas intimações, pois a maioria não mais reside em Ilhabela, mas faço um apelo para que todos cumpram o seu papel com a Justiça e compareçam à audiência, na data marcada. Eu mesmo tive que cancelar uma viagem que já havia programado para visitar a minha família na Europa, com passagem comprada, adiando-a, para cumprir com o meu dever junto a Justiça.

 

O projeto de Cartas Abertas visa conscientizar a uma visão comum ( http://www.dpny.com.br/cartas-abertas- dpny/carta/somos-todos-brasil).

 

Para nós é óbvio que existem autoridades envolvidas em todas essas dificuldades que enfrentamos nos últimos 15 anos, com um investimento produtivo aqui no Brasil, e pedimos que Vossas Excelências investiguem em detalhes para identificar quem são os verdadeiros autores, visando a manutenção da ordem pública em todo o litoral norte. Não desejamos generalizar e sabemos que o Ministério Público atua permanentemente de forma excelente, mas existem alguns acontecimentos, especialmente os exemplos que descrevemos, que são absolutamente lamentáveis, não somente para o Hotel, mas também para a região.

 

Um processo com mais de 10 anos de existência é uma verdadeira ofensa aos direitos humanos, posto que os supostos réus são totalmente inocentes e já sofreram por demais com todo tipo de acusação durante todo esse período.

 

Atenciosamente.

DPNY BEACH HOTEL & SPA
Wolfgang Ingo Napirei
Diretor Presidente

 

 

 

 

 

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Excelência
Consciência, Atenção, Honestidade, Transparência, Democracia, Respeito, Liberdade e Justiça.

Questão Humana
Queridos leitores, mais uma coisa. Vamos nos perguntar por que é tão difícil, para muitas pessoas, perdoar ou pedir desculpas. É muito mais difícil ainda nós nos perdoarmos. Esse é um passo muito importante para um espírito aberto e consciente. Perdoe-se! Olhem as circunstâncias. Talvez você estava inconsciente ou com qualquer efeito disso, resultando numa ação ruim, mas isso já é passado. Não estamos falando de crimes ou intenções negativas, porque esses vocês irão pagar com dor e sofrimento. Mas, em outros pontos de vista, perdoem-se! Peçam desculpas para si mesmos e para os outros! Admitir um erro é sempre uma boa maneira de deter um outro erro. Prá frente com excelência!

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