MALDADES... PODEMOS AFIRMAR, SEM A MENOR DÚVIDA, QUE NÃO HÁ NENHUMA CONDENAÇÃO EM FACE DO DIRETOR PRESIDENTE DESTA EMPRESA OU QUALQUER UM DE SEUS COLABORADORES Importante informar que, ao longo dos mais de 20 anos de atividade, a empresa DPNY e seu Diretor Presidente, Sr. Wolfgang Ingo Napirei, obtiveram vitória em praticamente todas as batalhas judiciais, sendo os processos arquivados, extintos, bem como proferidas sentenças favoráveis, posto que comprovados todos os fatos contidos em nossa defesa. Nada se provou das falsas alegações, como: ele tenha agredido hóspedes; de formação de quadrilha; sonegação de impostos ou lavagem de dinheiro, as quais nos foram atribuídas. E a verdade triunfou. E a Justiça se fez!!! Desde o início de nossa Hotelaria, Gastronomia, incluindo o nosso Beach Club, recebemos mais de 200.000 hóspedes e visitantes em nossas instalações e praticamente não tivemos problemas, somente algumas poucas interações de pessoas com maldade. Apoiamos o Brasil, a Democracia e um Estado de Direito. Muitas pessoas não leem todo o conteúdo de nossas cartas abertas de cunho social, não compreendendo o seu verdadeiro teor. Nós já temos relatado em nossas cartas abertas várias atividades praticadas contra a nossa empresa, seguindo outros destaques importantes: I) Campanhas veiculadas nas Revistas “Veja” e “Isto É”, matérias de página dupla e na mesma semana, 28/01/2009, publicaram, de forma recorrente, utilizando-se de um acontecimento ocorrido no ano de 2006 para sugerir que o proprietário do Hotel DPNY agrediu hóspedes. Isto é uma inverdade total! Adriano D´Ângelo que, em data de 19/03/06, iniciou uma confusão dentro do hotel DPNY, dirigindo aos nossos colaboradores as palavras mais ásperas que se possa imaginar, incluindo adjetivos endereçados a uma jovem colaboradora do caixa e ao DJ, que chegaram aos prantos. Ainda, agrediu um monitor, sendo retirado do hotel para salvaguardar a segurança dos demais clientes e hóspedes. Apesar de tudo ter sido provocado pelo comportamento de Adriano D´Ângelo, ainda assim ele se dirigiu a delegacia de polícia em Ilhabela e lavrou um boletim de ocorrência - BO Nº 726/06, descrevendo absurdos contra o Hotel e seu proprietário, informando que estava no hotel DPNY, e que o proprietário lhes solicitou silêncio, e em seguida se retirou do hotel e, em resposta, seu pai Sr. Francisco D´Ângelo, o xingou. Mas Adriano D´Ângelo permaneceu em uma mesa junto de amigos, ingerindo grande quantidade de bebida alcóolica, e muito tempo depois o Sr. Adriano, sozinho, se dirigiu ao caixa para pagar a conta, quando foi abordado por funcionários que passaram a agredi-lo na presença da esposa e filha. Esse BO é mais pura maldade. O Sr. Adriano D´Ângelo só se “esqueceu” de mencionar que foi ele próprio o grande causador de toda essa confusão e também o agressor, dado o seu estado de total embriaguez, e que ele não foi agredido em nenhum momento, mas convidado a se retirar das nossas dependências, fatos que foram totalmente comprovados na esfera judicial. Ratifica-se que ficou plenamente comprovado que o proprietário do hotel, Sr. Wolfgang Napirei, não estava presente nesses acontecimentos, tendo se ausentado do hotel logo no início dos fatos, após o pedido de silêncio. Pode se observar que as maldades por parte de Adriano D´Ângelo estão presentes desde aquela época, quando já mantinha o costume de acusar e inventar que as pessoas possuem fixação em ameaça-lo ou mata-lo, conforme destacamos em uma de suas afirmativas na matéria veicula da Revista “Isto É”, em 28/01/2009, quando diz: "Levei um soco no nariz, minha ex-mulher e minha filha pequena começaram a gritar e a menina pedia para que eles não me matassem", relata. Essas inverdades foram juntadas numa ação indenizatória que tramitou perante a Comarca de Ilhabela, Controle nº 1.027/06. Com o auxílio de sua advogada Fernanda Carbonelli, ingressou judicialmente contra Wolfgang Ingo Napirei, requerendo o valor de aproximadamente R$ 1 milhão (1000 salários mínimos) em valores atuais, mas a Justiça sentenciou no valor de R$ 10 mil. Não obteve sucesso em seus pedidos, tentou incriminar o Sr. Wolfgang Napirei, mas não conseguiu. Esse processo indenizatório tramitou por longos anos. Nesse interim, como não obteve nenhuma forma de acordo e por conta das inverdades que criou, a advogada Fernanda Carbonelli, amiga de uma promotora de justiça à época, Eloisa Balizardo, conseguiu que fosse aberto um procedimento criminal acusando o Sr. Wolfgang e mais alguns colaboradores, do crime de formação de quadrilha (processo também que teve o seu encerramento sem nenhuma condenação a nenhum dos acusados). Uma amiga da filha do Ministro Mantega, do PT, à época, esteve envolvida nessas reportagens de página dupla, publicadas nas Revistas “Veja” e Isto É”, diga-se, em um mesmo final de semana (28/01/2009).  II) Passados aproximadamente 3 anos do ocorrido com Adriano D´Ângelo no interior do Hotel DPNY, Wolfgang Napirei ao caminhar sentido sul da praia do Curral, como habitualmente o faz, ouve alguém chamar por “alemão” (como era conhecido antigamente) e se dirige ao BAR DO BADITO, que entendia pertencer ao Sr. Sérgio Badito, um antigo conhecido seu, mas, adentrando ao local pode perceber que o estabelecimento agora tem novo administrador, Adriano D´Ângelo (e após ficou sabendo que o estabelecimento passou a se chamar COMANDANTE ADRIANO), se assustando quando encontra um grupo em torno de 8 homens, pensando ser uma armadilha para pegá-lo, pois era muito tarde e já escuro. Nesse momento olha para o novo proprietário do local, Adriano D´Ângelo e diz: - Olha, você já prejudicou muito a mim e a minha empresa, e eu já gastei tanto dinheiro com advogados e com processos, mas felizmente tudo isso um dia vai acabar porque todos nós morreremos, e um dia tudo isso se encerrará. “ (saindo do local pois eles o estavam provocando para a briga e Wolfgang se sentiu ameaçado, pois estava só, já era noite, e os homens estavam em um número aproximado de 8 pessoas). Enquanto Wolfgang Napirei se dirigia para a saída do estabelecimento, os homens, em conjunto, dão continuidade às ameaças, agredindo-o verbalmente com palavras fortíssimas, como nazista, dentre vários outros palavrões e outras agressões verbais que lhe são dirigidas. Espantosamente, por absoluta maldade da parte de Adriano D´Ângelo, e num acesso de total descompasso com os fatos verdadeiros, este se dirigiu a delegacia de polícia em Ilhabela e lavrou um boletim de ocorrência em desfavor de Wolfgang Ingo Napirei - BO Nº 513/2012, com a natureza coação no curso do processo, acusando-o de tê-lo agredido e o ameaçado de morte no ano de 2006, e mais, dizendo que este, na data de 19/02/2012, adentrou ao seu estabelecimento, o abordando de forma truculenta e agressiva, o ameaçando de morte porque este o havia feito gastar milhões. Adriano, mentirosamente, disse que ouviu de Wolfgang Napirei que ele o mataria! Ainda, por ocasião de todas essas mentiras, Adriano teve o disparate de requerer proteção judicial, se dizendo “atemorizado”, quando na verdade os fatos ocorreram de forma totalmente inversa. Anos depois, ao lado desse estabelecimento (COMANDANTE ADRIANO), mas no mesmo terreno pertencente à Família Badito surge um novo comércio, uma casa de eventos chamada CASA DE CANOA, um estabelecimento com licenças municipais duvidosas, com construção em faixa de marinha, localizado numa curva perigosa da rodovia SP 131, sem estacionamento, com calçamentos precários e até inexistentes, tendo já ocorrido acidentes, e quando de suas festas obstrui por completo o trânsito, aumentando ainda mais o risco de ocorrências que já são comuns no local, um estabelecimento sem sala acústica conforme exigido por lei, e por conta dessas irregularidades nós fizemos denúncias aos órgãos públicos e tentamos parar com toda a perturbação de sossego e perigo de rua que eles criavam quase todo final de semana, e a proprietária do estabelecimento, Beatrix Coutinho, num jogo totalmente absurdo e mentiroso, desde então, tenta incriminar Wolfgang Napirei, como a acusação datada de 10/03/2018, quando ela diz que ele se dirigiu ao seu estabelecimento acompanhado de um bando em torno de 10 homens e ordenou que quebrassem tudo, numa total inverdade, no único intuito de mentir e o incriminar, prejudicar a empresa e o seu proprietário, num acesso total de maldade. Não bastassem tais atitudes por demais levianas, Beatrix se dirigiu a delegacia de polícia em Ilhabela e lavrou um boletim de ocorrência - BO Nº 676/2018, o acusando de fatos mentirosos que jamais ocorreram. Mas esperamos, uma vez mais, que a Justiça se faça presente e ponha fim a mais uma grande maldade como há muito tempo vimos sofrendo. Fato é que, desde o início das inverdades que Beatrix inventa na tentativa de incriminar o Sr. Wolfgang Ingo Napirei. III) No ano de 2015, a Sra. Nilce Signorini, vice-prefeita à época, auxiliou uma aprovação em favor da Sra. Luciane Schiavon, proprietária de um imóvel vizinho a um dos nossos, através de autorização por parte do secretário de obras à época, Guilherme Galvão, contrariando toda a legislação pertinente, para a construção de uma rampa particular em plena rua pública, ocupando 50% do logradouro, sendo que a partir de então, não tivemos mais acesso ao nosso imóvel da forma como era, tornando impossível transitar com carros de porte médio para adentrar ao nosso próprio imóvel. Desde que tomamos conhecimento da construção da rampa, imediatamente entramos em contato com o setor de fiscalização da Prefeitura de Ilhabela, onde fiscais compareceram ao local e foi lavrado um auto de embargo, em data de 23/4/2015. Mas, por conta da interferência da Sra. Nilce Signorini, houve o desembargo da obra e a construção foi aprovada, diga-se, de maneira totalmente contrária a lei, pois erigida em plena rua pública. Pedimos que a Prefeitura de Ilhabela nos auxilie na resolução desse tema, sob pena de termos que buscar os nossos direitos na via judicial. IV)Fomos autuados pelo Ministério da Fazenda, tendo nos sido enviada correspondência em data de 10/11/2015, segundo informado pelos Correios, entretanto, não se sabe o motivo, este documento não chegou ao seu destino para devidas providências e desta forma perdemos o prazo para defesa administrativa. Consideramos isso uma maldade e nos sentimos prejudicados por pessoas de nossa própria empresa. O Ministério da Fazenda entendeu que os nossos mais de R$ 70.000.000,00 de capital eram considerados receita, entretanto, tudo foi devidamente registrado, desde o início das atividades desta empresa, em todos os órgãos: Banco Central do Brasil e da Europa, bem como na JUCESP, estando tudo correto em seus aspectos fiscal e contábil, seja na Europa ou no Brasil. Apresentamos todas as provas neste sentido, referentes a todas as nossas empresas (Espanha, Alemanha, Inglaterra e Brasil). Providências nas esferas administrativas e judiciais foram tomadas, para comprovar nossa total boa-fé quanto a esse tema. O valor da ação de execução em curso perante a Justiça Federal de Caraguatatuba perfez o montante de R$ 25.766.697,30 (vinte e cinco milhões, setecentos e sessenta e seis mil, seiscentos e noventa e sete reais e trinta centavos), tendo sido oferecidos imóveis de nossa empresa como garantia do Juízo com valor extremamente superior e, após análise do Juízo, nossa defesa foi aceita, tendo o processo sido arquivado. Nada mais há de pendência perante a Receita Federal, e todos os fatos foram devidamente comprovados, denotando a total legalidade de nossas atividades, comprovando que todas as nossas operações em seus aspectos fiscais e contábeis estão totalmente corretas, pois sempre fomos adimplentes com o pagamento de todos os nossos impostos em todas as esferas. Nossa empresa sempre pautou pela correção, transparência e legalidade, e jamais se utilizou de subterfúgios para o desenvolvimento de nossas atividades. Em tempos anteriores, já sofremos maldade semelhante, com denúncias de que somos uma empresa praticante do crime de lavagem de dinheiro, e durante muitos anos fomos alvo de uma investigação e tivemos que produzir provas, onde obtivemos sucesso, encerrando-se o processo com tudo integralmente comprovado. Isso para nós também é indício de uma total insegurança jurídica... Todo o investimento realizado em Ilhabela pertence a empresa Napirei Vermoegensverwaltung GmbH em Hannover, Alemanha, fruto de um trabalho árduo de muitos anos com grande sucesso na Europa e com a venda de outra empresa do grupo, Medicom Pharma GmbH, sendo todos os impostos pagos na Europa e investimentos corretamente declarados no Brasil. Portanto, os sócios da empresa DPNY, no Brasil, são a empresa Napirei Vermoegensverwaltung GmbH em Hannover, Alemanha, e o Sr. Wolfgang Ingo Napirei, pessoa física. De se notar que, não há no grupo DPNY, empresas situadas em paraísos fiscais, mas provenientes de países europeus, como: Alemanha, Espanha e Inglaterra, tudo na mais absoluta legalidade. V) Tivemos uma funcionária, de nome Ingrid de Carvalho Plácido, que nos causou uma imensa maldade, onde, por mais de um ano, desviou grande soma de valores da folha de pagamento dessa empresa para sua conta particular, ferindo por completo a confiança que lhe foi depositada. Providências cabíveis foram tomadas, nas áreas criminal e trabalhista, ocorrendo revelia da ex-funcionária em audiência junto a Vara do Trabalho de São Sebastião. VI) Um grupo de 8 jovens adultos, dentre eles: Gustavo, Diego, Antonio, Bruno e Marcelo, em data de 7/2/2009, vindo do Condomínio Tabatinga, em Caraguatatuba/SP, mantiveram um comportamento completamente em desacordo com tudo que se possa imaginar, passando a agredir, sem qualquer motivo, o proprietário dessa empresa com frases do tipo:“Alemão, você é um nazista, um safado, um cuzão, que roubou no seu país e veio gastar aqui no meu, você é um velho que não tem capacidade de arrumar uma mulher, porque você é um viado, uma bicha. Volte para o seu país, seu câncer. Você tem que morrer. Você é um laranja! Eu odeio alemão, eu odeio o seu país! Você acha que pode tudo, porque tem dinheiro. Eu tenho pena destes seus empregados, porque eles têm que trabalhar para você. Você não é homem. Não é a toa que você apareceu na reportagem da revista. Você não vale nada!” Todas essas palavras eram atentamente ouvidas por todos os hóspedes a volta que, estarrecidos, não acreditavam no que estavam vendo, nem ouvindo. O tempo todo, exatamente, o tempo todo, dois dos rapazes, provocavam e chamavam o proprietário do hotel para a briga. Nos pareceu, muito claramente, que eles estavam arrumando toda aquela confusão de caso pensado, ou a mando de alguém. Talvez, pelo fato de saberem que um problema sério estaria se estabelecendo, caso o proprietário, Sr. Wolfgang Ingo Napirei, reagisse a todos aqueles absurdos e tocasse em algum deles. Foram embora, um brigando e gritando com o outro, sendo que falavam entre si que eles só arrumavam confusão e que calassem a boca, e que não precisava ter feito tudo isso... O tempo todo todos os colaboradores do hotel mantiveram a calma em grau extremo, pois nenhum cidadão que circula o mínimo de sangue em suas veias suportaria escutar tamanhas barbaridades... Mas como eles, desde o início, se mostraram dispostos a criar confusão, foi necessário muito discernimento e auto controle para resolver a situação sem que tivéssemos nos tornado os vilões, como sempre alguns pensam, que a culpa é do Hotel DPNY pelas confusões na praia, acesso público ou nas ruas. Com muito custo, os rapazes foram embora... “ (o proprietário do Hotel DPNY, Sr. Wolfgang Ingo Napirei, é casado com uma brasileira, Sra. Adriana de Souza Napirei, nascida em Pindamonhangaba, e juntos têm 2 filhos, com idades de 21 e 18 anos). VII) O Diretor Presidente desta empresa, Sr. Wolfgang Ingo Napirei, desde o início de suas atividades no Brasil, teve o seu nome envolvido em situações de imenso prejuízo moral e material, atingindo a sua pessoa direta e indiretamente, sendo, até os dias atuais, citado em páginas veiculadas na internet, atribuindo-lhe todo tipo de inverdade. Note que seu nome é citado nos mais diversos sites, e no caso de você realizar uma busca, encontrará mais de 105 vezes o nome “Wolfgang Ingo Napirei” em sites jurídicos, havendo em alguns casos repetição, e em outros, nenhuma relação com o proprietário desta empresa. Mas tudo isso é reflexo da defesa do Sr. Wolfgang Ingo Napirei a todos os ataques que tem sofrido há mais de 20 anos, no Brasil, contra a sua pessoa, gerando um custo muito alto em honorários advocatícios e também no fato de sempre haver pessoas com intenção de manchar a imagem e marca DPNY. Mas, permaneceremos na nossa luta, alicerçados num trabalho honesto, contínuo e sempre de encontro a lei, em prol de um país melhor a cada dia. VIII) A empresa DPNY tem, ao longo dos anos, sofrido com diversos processos trabalhistas, onde pode-se detectar significativa maldade advinda de alguns profissionais, que abusam de suas atuações, como se aguardassem a saída de colaboradores de nossa empresa, objetivando obter vantagens com infundadas reclamações trabalhistas, numa forma oportunista de se locupletarem imoralmente. Acreditamos que, com a reforma trabalhista, tenhamos cada vez menos profissionais com esse perfil, pelo risco de sofrerem uma condenação por litigância de má-fé. Lamentáveis as atividades do escritório de advocacia sob a condução do advogado Fernando Lacerda que tem concentrado a maioria das ações trabalhistas que existem em nosso desfavor. Permanecemos crendo na Justiça, em todas as suas esferas!
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Excelência
Consciência, Atenção, Honestidade, Transparência, Democracia, Respeito, Liberdade, Justiça e Igualdade.

Questão Humana
Queridos leitores, mais uma coisa. Vamos nos perguntar por que é tão difícil, para muitas pessoas, perdoar ou pedir desculpas. É muito mais difícil ainda nós nos perdoarmos. Esse é um passo muito importante para um espírito aberto e consciente. Perdoe-se! Olhem as circunstâncias. Talvez você estava inconsciente ou com qualquer efeito disso, resultando numa ação ruim, mas isso já é passado. Não estamos falando de crimes ou intenções negativas, porque esses vocês irão pagar com dor e sofrimento. Mas, em outros pontos de vista, perdoem-se! Peçam desculpas para si mesmos e para os outros! Admitir um erro é sempre uma boa maneira de deter um outro erro. Prá frente com excelência!

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